Todas
as vezes que vejo o brilho nos seus olhos...
Parece
que a imensidão desses olhos negros
Na sua
profundidade sincera
Invadem,
sem pedir licença, minh’alma
E o meu
peito dilacera.
As
vezes... fico de longe a pensar...
Será
para todos...
Ou será
só meu este olhar?
Eles
parecem estar sempre sorrindo
Tornando
alegre, seu lindo semblante
Fazendo
da sua beleza negra,
Um
mistério...ainda mais exuberante.
Água
cristalina, transparente como o céu...
Lábios
carnudos, jambos maduros
Doces
como mel.
Sorriso
de menina adolescente
Olhar
de mulher...
Independente,
absoluta, carente...
Com
seus sonhos de menina
E alma
de guerreira,
Vai
vencendo em etapas,
Esta
vida, imprevisível... manhosa
Caminhando
a passos largos
Em sua
jornada rotineira.
Krotallius,
10 Setembro 2001.
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